Introdução à Fotografia Profissional

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Captura de tela em 2013-10-22 14:14:47

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Captura de tela em 2013-10-22 14:15:50

Esta Aula pertence ao Curso de Fotografia Digital  oferecido pela Ensino Nacional

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Introdução à Fotografia Profissional

Partes da câmera profissional ou semi profissional
Visor
: é onde vemos a imagem que será registrada. Ele pode ser ótico ou eletrônico (painel de LCD). O visor ótico oferece maior fidelidade quanto ao resultado da imagem, porque elimina o erro de paralaxe (saiba mais no módulo “Curso Básico de Fotografia Digital”).

Objetiva: É o conjunto de lentes que orienta os raios de luz até o sensor ou o filme fotográfico. Existem quatro tipos básicos de objetivas: normal, grande angular, tele objetiva e zoom.

Diafragma: Abertura que controla a quantidade de luz que passa pela objetiva. São lâminas justapostas de forma circular e que ficam dentro da objetiva. O tamanho da abertura do diafragma ajuda a controlar a profundidade de campo.
A profundidade de campo define quais elementos da imagem vão estar em foco. Ou seja, quando uma imagem tem grande profundidade de campo significa que a maioria ou todos os elementos estão focados. Quanto menor é o tamanho da abertura do diafragma, maior é a profundidade de campo.

Obturador: Funciona como uma porta e delimita o tempo de exposição do sensor ou filme à luz. Com ele é possível controlar vários efeitos de movimento: se você deseja congelar o movimento, ou deixar, por exemplo, o objeto principal focado e o fundo desfocado (em movimento).

Sensor: (ou filme) Parte que é sensibilizada pela luz e que forma a imagem. Existem diversos tipos de filme, mas eles são cada vez menos usados. Já os sensores, existem basicamente de dois tipos: CCD e CMOS (depois aprenderemos mais sobre eles).

ISO
É a sensibilidade do filme ou do sensor à luz. Quanto maior o número do ISO, mais o sensor fica sensível à luz. Isso determina o tempo necessário de exposição (velocidade do obturador) e a quantidade de luz que entra na máquina (abertura do diafragma).

Tripé
Ele não faz parte da câmera, mas é um importante acessório. Serve de sustentação do equipamento e permite exposições do sensor por tempos maiores. Além disso protege as imagens de interferências causadas por movimentos involuntários que você possa fazer com a câmera na hora de clicar. Pode também conseguir ângulos que você não conseguiria.

Tipos de Objetivas
As objetivas podem ser agrupadas em quatro grandes grupos: normal, grande angular, teleobjetiva (ou telefoto) e zoom. Elas são diferenciadas pela distância focal.
Distância focal é a distância, medida em milímetros, entre o centro ótico da lente e o sensor da câmera. Quanto maior a distância focal, menor é o ângulo de visão e maior é a aproximação dos objetos focalizados.

Normal: É uma objetiva com distância focal entre 40 e 60 mm. As imagens são parecidas com as que o olho humano enxerga.

Grande angular: Tem distância focal inferior a 40 mm, permitem o enquadramento de ângulos maiores que a visão humana e podem distorcer formas.

Teleobjetiva: A distância focal é maior que 60 mm, aproximam objetos que estão distantes, mas reduzem o ângulo de visão.

Zoom: Possuem várias distâncias focais, mas em algumas regulagens oferecem menor abertura do diafragma. São lentes mais caras que as outras.

Sensor
O sensor, nas câmeras digitais, ocupa o lugar do filme. Ao invés de rodar, como os filmes faziam para expor o próximo pedaço de papel fotográfico para ser queimado, o sensor envia as informações da imagem para o processador da câmera, que, por sua vez, as transfere para o cartão de memória.
É depois desse processo, muito rápido, que o sensor fica pronto para receber a próxima imagem. É o sensor que define a qualidade da imagem final. Ele é o componente da câmera que mais influencia na qualidade da imagem, ao invés dos megapixels, como muitos acreditam.
Quanto maior o tamanho do sensor, maior é a nitidez da imagem final. As máquinas compactas costumam ter sensores de mais ou menos 7 x 5 mm. As câmeras reflex têm sensores em torno de 22 x 15 mm.
Há dois tipos de sensores usados nas máquinas fotográficas digitais: CCD e CMOS. Fabricados com materiais diferentes, eles também têm tecnologias de funcionamento diverso. Saiba mais sobre cada um deles:
CCD (Charged Coupled Device): Traduz-se como “dispositivo de carga acoplada”. Tem bom desempenho em ambientes com pouca luminosidade, boa recriação de cores e boa nitidez nas imagens. Gasta mais bateria que os CMOS e tem pior desempenho quando há muita luz.
CMOS (Complementary Metal-Oxide Semiconductor): O “semicondutor metal-óxido complementar” é usado em vários produtos. Os sensores CMOS das câmeras digitais consomem menos bateria e são mais baratos. Mas a nitidez das imagens é menor, principalmente quando há pouca luz.

O que é o ruído?
É uma “sujeira” na imagem. O ruído aparece na forma de manchas. Geralmente acontece quando o sensor é obrigado a captar a imagem sem a quantidade necessária de luz para reproduzir com nitidez. Então o processador de imagens preenche as lacunas deixadas pelos pixels que não captaram nenhuma luz. Para isso ele duplica as informações dos pixels mais próximos.
O ruído fica mais perceptível  em áreas escuras. Ele também é mais evidente quando se pretende compensar a falta de luminosidade aumentando o valor do ISO ou o tempo de exposição do sensor.
Se o seu maior objetivo é prevenir o ruído nas imagens, algumas dicas podem ajudar: evite o zoom digital, use o valor do ISO recomendado para sua câmera (geralmente 100 ou 200) e use rápidas velocidades de exposição.
Se possível, melhore a iluminação e aumente a abertura do diafragma. Manter sua câmera longe do calor também é recomendado, já que o calor aumenta o ruído gerado no sensor.
É possível também usar programas de edição para consertar imagens e remover ruídos, mas eles não fazem milagres. Pode-se perder em nitidez ou deixar a imagem “plastificada”. Mas tudo depende do objetivo da imagem, às vezes o ruído não faz diferença, às vezes a nitidez não é o principal.

Fotografia profissional
A fotografia jornalística, como esta, é uma das áreas da fotografia. Você pode conhecer outras no módulo “Técnicas de Fotografia”.
Para quem deseja que a fotografia deixe de ser somente uma diversão e quer viver como um fotógrafo, ou seja, alguém que usa a fotografia como a principal fonte de renda, é necessário saber algumas coisas importantes.
Além de dominar várias técnicas e conhecer bem o equipamento, entre outras coisas, é importante saber que ser um bom profissional não é apenas fazer boas imagens. Há muitas outras habilidades que envolvem a profissão de fotógrafo.
É importante também entender a diferença entre amador e profissional. A palavra “amador” vem do latim amare, que significa “amar, gostar de”. Um fotógrafo amador pode ser tão bom quanto um profissional (que tem a fotografia como profissão). Amador não é sinônimo de iniciante ou inexperiente. E um fotógrafo profissional pode ser também amador, se ele continuar amando fotografar. Não é preciso deixar de ser amador para ser profissional.
O primeiro passo para quem conhece as técnicas e quer transformar a fotografia em profissão é conversar com fotógrafos profissionais. Eles geralmente estão dispostos a ajudar quem está começando. Você pode também se oferecer para acompanhar um fotógrafo durante alguns dias de trabalho, para ter uma ideia de como é sua rotina.
Se depois disso você decidiu transformar a fotografia em sua atividade provedora de renda, conheça as áreas em que pode trabalhar. Há muitos ramos da fotografia, você pode saber mais sobre eles no módulo “Técnicas de Fotografia”. Independente de qual você escolher, estude muito, leia livros de fotografia e pratique para ter cada vez mais experiência.
Outras possibilidades são trabalhar como freelancer (independente), vender fotos para sites de banco de imagens ou abrir um estúdio. Cada uma delas têm suas particularidades, mas para todas elas é importante criar um portfólio de qualidade e entender um pouco de marketing, já que suas vendas dependem de você.
É importante saber que fotógrafos autônomos geralmente ocupam apenas uma pequena parcela do tempo fotografando (clique e veja o gráfico).

Trabalhar com Fotografia
Se você decidiu trabalhar com fotografia, veja algumas dicas importantes.
Avalie suas fotografias e saiba que o aprendizado nunca termina. Ser crítico com você mesmo é também uma forma de melhorar o seu trabalho. Além disso, invista em cursos e atualizações profissionais.
Conheça o mercado, saiba em qual nicho você deseja trabalhar. Há várias opções, mas é interessante você escolher e se especializar. É importante também se legalizar.
Participe de concursos. Além de complementar o currículo, eles também são boas oportunidades de divulgação. Você também pode fazer parcerias e organizar exposições em troca de serviços fotográficos.
Tente ser original. Teste novos ângulos e abordagens. Com isso você pode desenvolver um estilo e ser reconhecido por isso.
Não esqueça que como fotógrafo profissional você é um prestador de serviço. Tente fazer isso da melhor forma para oferecer o que o cliente quer. Essa é uma das ferramentas para transformar seus clientes em fregueses.

Comentários

  1. Interessante mesmo.

  2. Curso de fotografia

    Essa é a sua oportunidade de se tornar um profissional na área da fotografia com um curso super completo e com tudo que você precisa saber para fazer fotos incríveis!

  3. Guilherme Maia / Casa dos Municípios

    Olá, Tudo bem Gostei muito do seu post e seu Blog, Parabéns pela iniciativa, gostaria de fazer uma parceria tem como?

    • admin

      Bom dia Guilherme! Caso esta parceria seja de ajuda mútua, seria um prazer enorme realiza-la, entre em contato conosco pelo e-mail: [email protected]

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